discutir a gestão

coluna de opinião no Diário Económico

responsabilidade

O fim dos crimes de colarinho branco

A melhor solução para os problemas éticos que têm assolado a economia global e os mercados financeiros que a sustentam é ensinar os lideres a esconder melhor as suas pequenas traquinices.

A verdade é que as empresas e a sua cotação na bolsa não sofrem com as malandrices cometidas por quem as comanda. Em muitos casos até beneficiam das travessuras feitas para proveito próprio ou em nome do sucesso, em mercados cada vez mais competitivos. O que de facto destrói valor e prejudica o bom funcionamento das instituições do capitalismo é a teimosia dos jornalistas e dos investigadores que têm trazido estes casos a público. Ler o artigo completo...
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O fantasma na máquina

Por causa da crise (recessão, forte abrandamento, depressão... continuamos sem palavra consensual que encapsule o colapso à nossa volta... e, portanto sem a tranquilidade que comporta ter um nome para a “besta”...) (re)começam a defrontar-se as escolas económicas. Pensava-se que com o chamado consenso de Washington (desregular, privatizar e deixar o mercado formar todos os preços acabando com os preços políticos e administrativos) o Estado iria, de cura em cura, emagrecer com ou sem dietas com aloé vera... Ler o artigo completo...
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Equipas? Não, obrigado!

As equipas estão na moda. Os livrinhos de gestão que se encontram nas tabacarias dos aeroportos não se cansam de elogiar as vantagens de atribuir tarefas a um grupo, em vez de as entregar a um só colaborador. Muitos manuais de recursos humanos têm um capítulo inteiro apenas dedicado a este assunto. Mais surpreendente ainda, um estudo recente sobre os códigos éticos aponta para que 43% das empresas inclua o trabalho em equipa como um princípio orientador. Ler o artigo completo...
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O que não se controla

A vida em diferentes organizações, privadas ou públicas, tem por vezes semelhanças extraordinárias. Tenho ouvido nas últimas semanas várias histórias, contadas por pessoas que trabalham em diferentes empresas e organismos públicos, que partilham um traço comum muito claro: a ansiedade e a sensação de vazio que uma mudança esperada provoca enquanto não se concretiza. O mais curioso nas várias narrativas é que não é a mudança em si que desperta essas emoções difíceis, mas sim a perda de sentido que a espera provoca. E a pergunta que surge é muito simples: “Se tudo vai mudar, que faço eu aqui?” Ler o artigo completo...
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