organização do trabalho
Ética e estratégia
22/08/2008 19:55 Autor: João Vieira
da Cunha
A ética está na moda. Casos como a Enron, o Barings
e mais recentemente a Société Générale trouxeram
este tema para o topo das preocupações dos
accionistas. E com razão.
As empresas que, como estas, viram as suas “pequenas malandrices” nas primeiras páginas dos jornais sofrerarm fortes quedas na sua cotação bolsista. Os “fundos éticos”, que incluem critérios de sustentabilidade na escolha do seu ‘portfolio’, não são motivados por uma missão moralizadora dos mercados financeiros – querem é assegurar-se que não têm uma destas bombas-relógio em carteira. Ler o artigo completo...
As empresas que, como estas, viram as suas “pequenas malandrices” nas primeiras páginas dos jornais sofrerarm fortes quedas na sua cotação bolsista. Os “fundos éticos”, que incluem critérios de sustentabilidade na escolha do seu ‘portfolio’, não são motivados por uma missão moralizadora dos mercados financeiros – querem é assegurar-se que não têm uma destas bombas-relógio em carteira. Ler o artigo completo...
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Alternativas ao Homo Economicus
11/04/2008 19:33 Autor: João Vieira
da Cunha
Há um conjunto de trabalhadores em cada empresa que
correspondem às expectativas dos economistas. São
os homo economicus ou busca-bónus: indivíduos que
ajustam o seu comportamento de forma a maximizar o
bónus que resulta do atingimento dos objectivos que
lhes são propostos. A carreira não é a sua
preocupação principal e muitos recusam promoções
porque sabem que a sua competência para atingir
resultados através do seu próprio esforço pode não
se reflectir nas capacidade de os atingir através
dos outros. A sua progressão segue uma lógica
meramente material. Preocupam-se não com o seu
desenvolvimento ou com o nível de desafio das suas
tarefas mas sim com as mudanças no valor do seu
bónus e no esforço necessário para o atingir. Esta
orientação para os resultados pode levar a práticas
abusivas de vendas, pequenas e grandes fraudes e
outros comportamentos não éticos. Pior – a sua
motivação para cumprir objectivos não transborda
para as outras áreas da sua relação com a
organização. Não partilham conhecimento, não estão
interessados aprender com os outros nem contribuem
de forma formal ou informal para a sustentabilidade
estratégica da empresa. Estão lá apenas para
cumprir o que lhes é pedido e ganhar os prémios daí
resultantes. Ler o artigo completo...
Estratégia Instantânea (II)
25/01/2008 17:40 Autor: José Manuel
Fonseca
A estratégia tornou-se como os tempos. Instantânea.
Mas quais serão os novos vectores de
posicionamento? Na última vez que escrevi para o
Diário Económico fiquei por aqui. Com esta
pergunta.
Os tempos parecem ter desvalorizado a análise financeira, a análise dos mercados, a gestão de operações e uma razoável regra de cumprir as expectativas geradas às pessoas que connosco compartilham os destinos e desafios das organizações. Ler o artigo completo...
Os tempos parecem ter desvalorizado a análise financeira, a análise dos mercados, a gestão de operações e uma razoável regra de cumprir as expectativas geradas às pessoas que connosco compartilham os destinos e desafios das organizações. Ler o artigo completo...
Estratégia Instantânea (I)
14/12/2007 20:57 Autor: José Manuel
Fonseca
Cada época conheceu um problema estratégico
dominante. Na década de sessenta, na senda dos
tempos do baby boom, o autor Igor Ansoff foi o que
melhor percebeu que a questão dominante era o
crescimento. O problema marcante era como
aproveitar as oportunidades de negocio. Ansoff
propôs uma matriz notável para a abordagem das
trajectórias lógicas de desenvolvimento “orgânico”.
Partia do primeiro passo, “vender mais do mesmo aos
mesmos”, seguido de “encontrar novos clientes para
os mesmos produtos”, completava com “mais produtos
para si que já confiava em nós” e finalizava com a
aplicação do cash inflow realizado nas opções
anteriores em novos negócios. A apologia da
diversificação talvez tenha ido longe demais, até
aos conglomerados de negócios de “tudo em todo o
lado”, que fizeram a ITT descobrir que gestão não é
apenas racionalidade mais um sistema de reporting.
Ler o artigo
completo...
Equipas? Não, obrigado!
02/11/2007 19:04 Autor: João Vieira
da Cunha
As equipas estão na moda. Os livrinhos de gestão
que se encontram nas tabacarias dos aeroportos não
se cansam de elogiar as vantagens de atribuir
tarefas a um grupo, em vez de as entregar a um só
colaborador. Muitos manuais de recursos humanos têm
um capítulo inteiro apenas dedicado a este assunto.
Mais surpreendente ainda, um estudo recente sobre
os códigos éticos aponta para que 43% das empresas
inclua o trabalho em equipa como um princípio
orientador. Ler o artigo completo...
O ‘jeitinho’
20/10/2006 20:24 Autor: João Vieira
da Cunha
Há empresas grandes e burocráticas que conseguem
manter-se competitivas em sectores que estão em
mudança constante. São empresas como a Nokia que,
apesar de serem pesadas e mudarem lentamente,
continuam a ter um lugar no pódio da
competitividade. Como o conseguem? Ler o
artigo completo...
A herança do Sr. Taylor
03/03/2006 18:51 Autor: Rui Grilo
O mundo da gestão seria muito mais simples se tudo
corresse de acordo com o que é planeado, sem
surpresas nem imprevistos. Seria um mundo de regras
evidentes e instruções claras, perfeitamente
“científico”, no qual os gestores se poderiam
concentrar em pensar, deixando a outros
profissionais a execução segura das suas
orientações. Um mundo assim poderia realmente
existir? Ler o artigo completo...