indicadores quantitativos
Não programem as pessoas
30/06/2009 09:08 Autor: Rui Grilo
Imagine que o seu telefone toca e que, do outro
lado da linha, uma pessoa lhe tenta vender alguma
coisa, a assinatura de uma revista, um canal pago
de televisão ou um seguro. Pelo tom de voz e pela
forma de falar do seu interlocutor, percebe que ele
está a ler. Pior, percebe que a conversa tem um
caminho pré-definido, um guião, no qual pouco
importa o que responde… Imagine agora que vai a um
restaurante de ‘fast-food’. Chega a sua vez e pede
uma cola sem gelo e um hamburger com queijo. Quem o
atende responde “e qual é a bebida?” Nos dois
casos, aquilo que o atingiu foi a febre dos
‘scripts’. Ler o artigo completo...
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O trabalho invisível dos vendedores
07/09/2007 21:26 Autor: João Vieira
da Cunha
Há políticas de remuneração que são erros óbvios.
Por exemplo, como seria avaliado o líder de uma
empresa de estudos de mercado que premiasse os seus
colaboradores com base nos resultados dos
inquéritos aos consumidores? Certamente de forma
muito negativa. É pouco inteligente pagar a uma
equipa que está a descobrir qual é o sabonete
preferido dos Portugueses pelo número de pessoas
que respondem Sabonete Silva. É fácil prever o
resultado desta avaliação do sector da higiene
pessoal: o Sabonete Silva seria a escolha da
esmagadora maioria dos inquiridos. Ler o
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Quando tudo se quer medir
27/07/2007 14:30 Autor: Rui Grilo
A gestão é muitas vezes confundida com a simples
monitorização de números. Parece fácil de entender
como isso acontece. Como têm que apresentar
resultados quantitativos, os gestores procuram
medir e avaliar, também de forma quantitativa, as
acções da sua equipa que podem influenciar esses
resultados. Como a evolução tecnológica torna cada
vez mais fácil fazer essas medições, traduzindo
acções em números, os gestores têm instrumentos
cada vez mais sofisticados para gerir. Os sistemas
de apoio à gestão oferecem hoje complexos
‘dashboards’ e ‘scorecards’ que prometem melhores
resultados e decisões acertadas. Mas será isso que
acontece de facto? Ler o
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Hard Line
18/05/2007 20:20 Autor: José Manuel
Fonseca
A concretização do negócio da compra da Chrysler
pela Cerberus parece simbolizar o triunfo da visão
“hard line” em Gestão. Isto é, o abandono do pós
modernismo que atribuía misteriosos good will a
empresas cujos activos cresciam, as despesas
explodiam e as vendas eram pouco mais que
anedóticas, mas as acções subiam de modo
consistente e incompreensível para aqueles que
foram formados na escola da análise fundamental e
que nunca tinham sido seduzidos pelos head and
shoulders dos programas tipo MetaStock. O crash da
“economia da bolha” terminou com esses delírios. De
volta ao mundo real, a aterragem da Banca, entre
outros, foi dolorosa. Hoje, a exigência de
resultados palpáveis, i.e. mensuráveis em dinheiro
é um must. Voltámos mesmo à sabedoria mais
“ancestral” de um marketing em que dos quatro pês,
só o pê do preço é que é mágico porque gera cash
inflow. Todos os outros representam dinheiro a
sair... Ler o artigo completo...
Depois da ‘última linha’
12/01/2007 20:59 Autor: Rui Grilo
Exigir resultados é um direito natural de qualquer
accionista e estabelecer objectivos é um
instrumento básico de qualquer gestor. É por isso
que muita gente afirma que uma cultura de
objectivos e resultados é a base de uma gestão
eficaz, capaz de traduzir intenções em acções que
produzem os efeitos desejados. É também por isso
que se diz, sem grandes reservas, que o que
interessa é a ‘bottom line’, a última linha da
demonstração de resultados. Há mesmo quem diga que
tudo o resto é conversa. De facto, a última linha,
aquela onde aparece o valor do lucro ou do prejuízo
apurado, é muito importante porque reflecte o
desempenho do último período e a viabilidade
imediata de uma empresa. Mas será só isso que
importa? Ler o artigo completo...
Medir em vez de mentir
15/12/2006 19:06 Autor: João Vieira
da Cunha
A falta de transparência dos indicadores de
desempenho de uma empresa tem uma causa
fundamental: também são usados para a avaliação dos
colaboradores. Se os gestores utilizam a mesma
informação para perceber o que se passa na
organização e para decidir quanto pagar de bónus,
há fortes incentivos para que essa informação seja
deturpada. A justificação para manter esta prática,
apesar da desconfiança que cria na relação entre
gestores e colaboradores, é a objectividade.
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Negociação não, persuasão
22/09/2006 20:49 Autor: João Vieira
da Cunha
A negociação é vista como uma competência central
dos gestores. No entanto, nas organizações, a
persuasão é tão ou mais importante do que a
negociação. Por duas razões: Primeiro, os processos
formais de persuasão são cada vez mais frequentes
nas empresas. Segundo, o sucesso numa negociação
depende muitas vezes de um processo informal de
persuasão. Ler o artigo completo...
O Sistema Sombra
25/08/2006 21:29 Autor: João Vieira
da Cunha
A sua empresa tem um sistema de informação sombra.
Porque é que este sistema existe e que desafios
coloca aos seus gestores? Olhe bem à sua volta. O
sistema de informação formal é fácil de descobrir:
um computador em cada secretária com um ’software’
de gestão escolhido e implementado pela empresa. O
sistema sombra também está à vista: um caderno, uma
pilha de papéis e um conjunto de ‘post-its’
ironicamente colocados no ecrã do computador.
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O que não se mede
11/08/2006 20:29 Autor: Rui Grilo
Quando descobri o mundo fascinante da psicologia,
uma das ideias que me impressionou mais foi a noção
de que para nos defendermos da ansiedade que alguma
situação nos provoca acabamos por criar um problema
maior. A ansiedade não é mais do que a reacção à
ameaça de uma perda, que pode ser simplesmente o
medo de alguma coisa que nos possa fazer perder
auto-estima, dinheiro, estatuto, ou qualquer outra
coisa que prezemos. O que é irónico é que para nos
defendermos de um problema que receamos podemos
acabar por criar outros maiores. Ler o artigo
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Montra e janela
09/06/2006 20:36 Autor: João Vieira
da Cunha
Hoje quero provocar os leitores com o seguinte
argumento: os sistemas de informação (SIs) não são
uma janela, são uma montra. Esta provocação não é
um exercício de imaginação académica, é o resultado
de 15 meses de investigação numa multinacional que
é apresentada como um exemplo de sucesso na
implementação de SIs estratégicos. Ler o artigo
completo...
O Paradoxo das Pessoas Perfeitas
12/04/2006 18:56 Autor: José Manuel
Fonseca
Actualmente enfrentamos um contexto de incerteza
crescente. As relações de causa e efeito estáveis,
aqui há umas décadas, parecem ter dado lugar a
verdadeiras cadeias de causalidades circulares que
tornam o mundo, por vezes, pouco compreensível.
Desde os múltiplos factores que “explicam” a subida
dos preços dos combustíveis, à instabilidade
política, à sucessão de coisas mais prosaicas como
soluções para armazenar dados, que perecem em
meses. Alguém se lembra da tecnologia DAT que era
oferecida no mercado com o nome comercial sugestivo
de “Jazz”? Às soluções de conexão de periféricos
que mudam de geração em geração de computadores a
ritmo que nos deixa as gavetas cheias de cabos, com
nomes estranhíssimos como “Scusi”, mas que
aparentemente já só interessam a arqueólogos e
antropólogos... Ler o
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A herança do Sr. Taylor
03/03/2006 18:51 Autor: Rui Grilo
O mundo da gestão seria muito mais simples se tudo
corresse de acordo com o que é planeado, sem
surpresas nem imprevistos. Seria um mundo de regras
evidentes e instruções claras, perfeitamente
“científico”, no qual os gestores se poderiam
concentrar em pensar, deixando a outros
profissionais a execução segura das suas
orientações. Um mundo assim poderia realmente
existir? Ler o artigo completo...