discutir a gestão

coluna de opinião no Diário Económico

Estivalidades

Periodicamente vou avaliar a minha situação de saúde. Um curioso hábito que sobreveio da maçada de um enfarte e de uns re-arranjos nas coronárias que implicaram ser serrado ao meio. Aconselho vivamente que evitem. E, depois de casa assaltada trancas à porta... Portanto, agora, tenho acesso privilegiado a um mundo fascinante de descententes anteriores e acinesias da parede anterior, que implicam exames acima do vulgar electro cardiograma. Tudo para ver se me mantenho na classe 1, que é a classe de vossas excelências que são sedentários, colesterol elevado, umas cigarradas, e têm, ainda, a ilusão de que nada vos pode acontecer. Ora no quadro destas avaliações "estratégicas e estruturantes", vou agora fazer um sofisticado TAC que permitirá uma imagem tridimensional do que me foi instalado de origem.Ler o artigo completo...
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Natal com os copos

Este é o mês dos jantares de Natal das empresas. Nestas alegres festas de harmonia e confraternização, os gestores mais eficazes trocam os incentivos, a visão e o ‘coaching’ pelo vodka, pelo whisky e pela cerveja na sua caixa de ferramentas de liderança de equipas. Estas e outras bebidas alcoólicas podem resolver os conflitos internos, solidificam o laços entre os seus membros e asseguram os níveis de energia necessários para ultrapassar novos desafios. Ler o artigo completo...
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Conto de Natal

Era uma vez um país. E nesse país vivia um rapazinho. O pai, preocupado com o futuro do petiz e acabada a quarta classe, colocou-o a aprender um mester (nesses longínquos tempos não existiam novas oportunidades, só mesmo possibilidades de aprender a fazer coisas pela via menos paternalista do trabalho duro). No caso, o de cortador de carnes num talho. E o petiz cedo evidenciou uma aptidão natural para o negócio. De tal sorte, que se estabeleceu por conta própria ainda era quase imberbe. Foi consolidando a sua network de fornecedores e construiu uma adequada “base de clientes” mercê de um belíssimo “marketing de proximidade” e lábia q.b.! Isso, e uma balança cuja regulação permitia “poupar” cem gramas de carne em cada quilograma vendido, que ao fim de cada dia, em média, davam dois quilitos a favor de futuros cash-in-flows. De modos que ao fim do primeiro ano, conseguiu economizar para um carro em segunda mão com jantes de liga leve. Ler o artigo completo...
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