humor
Estivalidades
28/07/2009 15:32 Autor: José Manuel
Fonseca
Periodicamente vou avaliar a minha situação de
saúde. Um curioso hábito que sobreveio da maçada de
um enfarte e de uns re-arranjos nas coronárias que
implicaram ser serrado ao meio. Aconselho vivamente
que evitem. E, depois de casa assaltada trancas à
porta... Portanto, agora, tenho acesso privilegiado
a um mundo fascinante de descententes anteriores e
acinesias da parede anterior, que implicam exames
acima do vulgar electro cardiograma. Tudo para ver
se me mantenho na classe 1, que é a classe de
vossas excelências que são sedentários, colesterol
elevado, umas cigarradas, e têm, ainda, a ilusão de
que nada vos pode acontecer. Ora no quadro destas
avaliações "estratégicas e estruturantes", vou
agora fazer um sofisticado TAC que permitirá uma
imagem tridimensional do que me foi instalado de
origem.Ler o artigo
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Natal com os copos
30/12/2008 18:51 Autor: João Vieira
da Cunha
Este é o mês dos jantares de Natal das empresas.
Nestas alegres festas de harmonia e
confraternização, os gestores mais eficazes trocam
os incentivos, a visão e o ‘coaching’ pelo vodka,
pelo whisky e pela cerveja na sua caixa de
ferramentas de liderança de equipas. Estas e outras
bebidas alcoólicas podem resolver os conflitos
internos, solidificam o laços entre os seus membros
e asseguram os níveis de energia necessários para
ultrapassar novos desafios. Ler o artigo
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Conto de Natal
12/12/2008 19:45 Autor: José Manuel
Fonseca
Era uma vez um país. E nesse país vivia um
rapazinho. O pai, preocupado com o futuro do petiz
e acabada a quarta classe, colocou-o a aprender um
mester (nesses longínquos tempos não existiam novas
oportunidades, só mesmo possibilidades de aprender
a fazer coisas pela via menos paternalista do
trabalho duro). No caso, o de cortador de carnes
num talho. E o petiz cedo evidenciou uma aptidão
natural para o negócio. De tal sorte, que se
estabeleceu por conta própria ainda era quase
imberbe. Foi consolidando a sua network de
fornecedores e construiu uma adequada “base de
clientes” mercê de um belíssimo “marketing de
proximidade” e lábia q.b.! Isso, e uma balança cuja
regulação permitia “poupar” cem gramas de carne em
cada quilograma vendido, que ao fim de cada dia, em
média, davam dois quilitos a favor de futuros
cash-in-flows. De modos que ao fim do primeiro ano,
conseguiu economizar para um carro em segunda mão
com jantes de liga leve. Ler o artigo
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