controlo
Não programem as pessoas
30/06/2009 09:08 Autor: Rui Grilo
Imagine que o seu telefone toca e que, do outro
lado da linha, uma pessoa lhe tenta vender alguma
coisa, a assinatura de uma revista, um canal pago
de televisão ou um seguro. Pelo tom de voz e pela
forma de falar do seu interlocutor, percebe que ele
está a ler. Pior, percebe que a conversa tem um
caminho pré-definido, um guião, no qual pouco
importa o que responde… Imagine agora que vai a um
restaurante de ‘fast-food’. Chega a sua vez e pede
uma cola sem gelo e um hamburger com queijo. Quem o
atende responde “e qual é a bebida?” Nos dois
casos, aquilo que o atingiu foi a febre dos
‘scripts’. Ler o artigo completo...
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Choque de Gerações
02/12/2008 18:23 Autor: Rui Grilo
Esta geração de “nativos digitais” já está nas
nossas empresas e organizações, a tentar
encaixar-se num jogo que lhe é estranho. Tal como a
geração anterior ia beber um café ou buscar um copo
de água para falar com os colegas, esta geração
tentar actualizar o seu estado no Facebook ou no
Hi5. Mas, em vez de o conseguir fazer com
naturalidade, descobre que a administração de redes
da sua empresa decidiu bloquear o acesso a esses
sites, tal como ao YouTube e a muitos outros
recursos que assim lhe ficam vedados. Com a
desculpa da produtividade, do tráfego de dados e da
largura de banda (como se esta não duplicasse a
cada 12 meses), a decisão até parece aparentemente
razoável. Mas será mesmo?Ler o artigo
completo...
O fim dos crimes de colarinho branco
14/11/2008 18:23 Autor: João Vieira
da Cunha
A melhor solução para os problemas éticos que têm
assolado a economia global e os mercados
financeiros que a sustentam é ensinar os lideres a
esconder melhor as suas pequenas traquinices.
A verdade é que as empresas e a sua cotação na bolsa não sofrem com as malandrices cometidas por quem as comanda. Em muitos casos até beneficiam das travessuras feitas para proveito próprio ou em nome do sucesso, em mercados cada vez mais competitivos. O que de facto destrói valor e prejudica o bom funcionamento das instituições do capitalismo é a teimosia dos jornalistas e dos investigadores que têm trazido estes casos a público. Ler o artigo completo...
A verdade é que as empresas e a sua cotação na bolsa não sofrem com as malandrices cometidas por quem as comanda. Em muitos casos até beneficiam das travessuras feitas para proveito próprio ou em nome do sucesso, em mercados cada vez mais competitivos. O que de facto destrói valor e prejudica o bom funcionamento das instituições do capitalismo é a teimosia dos jornalistas e dos investigadores que têm trazido estes casos a público. Ler o artigo completo...
Ética e estratégia
22/08/2008 19:55 Autor: João Vieira
da Cunha
A ética está na moda. Casos como a Enron, o Barings
e mais recentemente a Société Générale trouxeram
este tema para o topo das preocupações dos
accionistas. E com razão.
As empresas que, como estas, viram as suas “pequenas malandrices” nas primeiras páginas dos jornais sofrerarm fortes quedas na sua cotação bolsista. Os “fundos éticos”, que incluem critérios de sustentabilidade na escolha do seu ‘portfolio’, não são motivados por uma missão moralizadora dos mercados financeiros – querem é assegurar-se que não têm uma destas bombas-relógio em carteira. Ler o artigo completo...
As empresas que, como estas, viram as suas “pequenas malandrices” nas primeiras páginas dos jornais sofrerarm fortes quedas na sua cotação bolsista. Os “fundos éticos”, que incluem critérios de sustentabilidade na escolha do seu ‘portfolio’, não são motivados por uma missão moralizadora dos mercados financeiros – querem é assegurar-se que não têm uma destas bombas-relógio em carteira. Ler o artigo completo...
Redes para quê?
08/08/2008 19:01 Autor: Rui Grilo
As rede sociais ‘online’ já deixaram há algum tempo
de ser brinquedos de ‘geeks’ para entrarem na vida
de cada vez mais pessoas. Os adolescentes adoptaram
o Hi5 para mostrarem a sua personalidade e
partilhar fotos e música com os amigos, revelando
personalidades virtuais muitas vezes desconhecidas
para quem com eles vive. Os “profissionais”
coleccionam ligações no LinkedIn para mostrarem o
seu currículo, a sua reputação e os seus contactos,
talvez à espera que um caça-talentos os recrute
para uma função bem paga no Dubai. O Twitter e os
‘blogs’ servem para dizer (tanto a amigos como a
desconhecidos) o que se vê, o que se pensa e o que
se quer, enquanto muita gente aproveita a frase de
estado do ‘messenger’ para partilhar o que está a
ouvir, a fazer ou a sentir. Ler o artigo
completo...
O monarca
14/07/2008 19:26 Autor: João Vieira
da Cunha
Poucos acreditam que as empresas são meritocracias
ou democracias. Mas se não são nem uma coisa nem
outra, então o que são?
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
Aprender mais com os maiores erros
30/06/2008 19:43 Autor: Rui Grilo
Durante a nossa vida procuramos avidamente razões,
motivos e causas. Essa busca instintiva ajuda-nos a
perceber o mundo que nos rodeia, mas convence-nos
que é através de causas simples que produzimos
resultados e leva-nos a pensar erradamente que a
sociedade em que vivemos resultou de intenções
precisas e de planos bem detalhados. É raro ouvir
contar uma história de sucesso como uma sequência
feliz de acasos bem aproveitados. Em vez disso, o
sucesso é atribuído à visão e à determinação,
mascarando a complexidade do que realmente
aconteceu com a linearidade de uma história contada
em tom heróico. Ler o
artigo completo...
Estratégia Instantânea (III)
17/03/2008 19:11 Autor: José Manuel
Fonseca
Aqui há umas semanas sugeri que uma boa parte das
estratégias clássicas estão em vias de extinção.
Por exemplo, a dicotomia introduzida pelo Porter, a
escolha entre o produzir barato e em massa ou
produzir diferente e desnatar o mercado, foi,
aparentemente, ultrapassada pelo produzir diferença
para o mercado de massas, como se pode constatar
nos casos da Zara e da Decathelom. Depois, brincado
um pouco com a extraordinária e prolixa pós
modernidade na teoria da gestão, sugeri que a
sabedoria contida em os “três porquinhos gestores"
e no "síndrome do macho alfa”, entre outros,
poderia não bastar para substituir o modelo de
crescimento do Igor Ansoff, que ainda me parece
muito útil e talvez o melhor modelo de raciocínio
estratégico. Mas, voltemos então à questão inicial:
A estratégia tornou-se como os tempos, instantânea.
Mas quais serão os novos vectores de
posicionamento? Ler o
artigo completo...
As tecnologias do poder
11/01/2008 20:38 Autor: Rui Grilo
Quando falamos de poder, as imagens mentais que nos
ocorrem referem-se, frequentemente, a situações de
domínio, nas quais uma parte sujeita a outra à sua
vontade. "Ter poder" é entendido como sinónimo de
ser capaz de controlar. Mas quando se diz "ter
poder" estamos a entender o poder como se fosse uma
coisa, algo cuja posse se pudesse deter e assim
usar. Será esse o caso? A noção convencional de
"poder" confunde-se demasiado com autoridade e
liderança, e é difícil retirar-lhe o peso das
associações aparentemente óbvias a hierarquia,
estatuto e controlo. Mas o poder é mais do que isso
e pode até ser muito útil entendê-lo de forma
radicalmente diferente. Ler o artigo
completo...
Estratégia Instantânea (I)
14/12/2007 20:57 Autor: José Manuel
Fonseca
Cada época conheceu um problema estratégico
dominante. Na década de sessenta, na senda dos
tempos do baby boom, o autor Igor Ansoff foi o que
melhor percebeu que a questão dominante era o
crescimento. O problema marcante era como
aproveitar as oportunidades de negocio. Ansoff
propôs uma matriz notável para a abordagem das
trajectórias lógicas de desenvolvimento “orgânico”.
Partia do primeiro passo, “vender mais do mesmo aos
mesmos”, seguido de “encontrar novos clientes para
os mesmos produtos”, completava com “mais produtos
para si que já confiava em nós” e finalizava com a
aplicação do cash inflow realizado nas opções
anteriores em novos negócios. A apologia da
diversificação talvez tenha ido longe demais, até
aos conglomerados de negócios de “tudo em todo o
lado”, que fizeram a ITT descobrir que gestão não é
apenas racionalidade mais um sistema de reporting.
Ler o artigo
completo...
Basta ouvir...
21/09/2007 14:00 Autor: Rui Grilo
Há pouco tempo, um amigo meu contou-me como tinha
desperdiçado quase um dia de trabalho a fazer uma
coisa que sabia ser inútil por não ter conseguido
que o chefe dele o ouvisse. “Quando ele acaba a
conversa já não há mais argumentos”... Esse
episódio, pouco importante em si, fez-me pensar no
tempo e no dinheiro que é desperdiçado todos os
dias em organizações devido à má gestão das emoções
associadas ao poder. Não se trata sequer de fazer
uma avaliação moral ou ética dos ataques de fúria
de tantos “chefes” espalhados pelo mundo, trata-se
de perceber a origem e o impacto da sua
agressividade mal contida no trabalho das pessoas
que os rodeiam. Ler o artigo
completo...
O trabalho invisível dos vendedores
07/09/2007 21:26 Autor: João Vieira
da Cunha
Há políticas de remuneração que são erros óbvios.
Por exemplo, como seria avaliado o líder de uma
empresa de estudos de mercado que premiasse os seus
colaboradores com base nos resultados dos
inquéritos aos consumidores? Certamente de forma
muito negativa. É pouco inteligente pagar a uma
equipa que está a descobrir qual é o sabonete
preferido dos Portugueses pelo número de pessoas
que respondem Sabonete Silva. É fácil prever o
resultado desta avaliação do sector da higiene
pessoal: o Sabonete Silva seria a escolha da
esmagadora maioria dos inquiridos. Ler o
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É a Economia, estúpido
24/08/2007 20:46 Autor: José Manuel
Fonseca
Receio bem que estejamos a perder o pé. À realidade
nua e crua do ultra liberalismo chinês respondemos,
na Europa, com a “fabricação” de realidades
fictícias. “Razões de Ganho” era o nome de um
questionário que tive de aplicar recentemente numa
acção de formação dessas com o elevadíssimo
patrocínio da “Europa”. Europa, esse lugar mágico
de fantasias benignas e protectoras, para onde
remetemos, por enquanto, os medos dos perigos que
se escondem em nuvens ameaçadoramente escuras.
Ler o artigo completo...
Quando tudo se quer medir
27/07/2007 14:30 Autor: Rui Grilo
A gestão é muitas vezes confundida com a simples
monitorização de números. Parece fácil de entender
como isso acontece. Como têm que apresentar
resultados quantitativos, os gestores procuram
medir e avaliar, também de forma quantitativa, as
acções da sua equipa que podem influenciar esses
resultados. Como a evolução tecnológica torna cada
vez mais fácil fazer essas medições, traduzindo
acções em números, os gestores têm instrumentos
cada vez mais sofisticados para gerir. Os sistemas
de apoio à gestão oferecem hoje complexos
‘dashboards’ e ‘scorecards’ que prometem melhores
resultados e decisões acertadas. Mas será isso que
acontece de facto? Ler o
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“Impecável, sôtor!”
04/05/2007 14:34 Autor: Rui Grilo
O maior receio de qualquer gestor é falhar, ser
confrontado com o insucesso das suas ideias e
intenções. É para evitar falhar que todos nos
esforçamos por fazer mais, motivar com mais
eficácia, dirigir melhor. Mesmo assim, nada é mais
comum do que falhar. O falhanço faz parte do nosso
dia-a-dia, seja sob a forma de negócios que se
perdem, empresas que desaparecem, áreas de negócio
que são extintas, gestores que são substituídos ou
trabalhadores que são despedidos. Como pode tanta
coisa falhar quando tanta gente competente se
esforça por evitar isso? Ler o
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Depois da ‘última linha’
12/01/2007 20:59 Autor: Rui Grilo
Exigir resultados é um direito natural de qualquer
accionista e estabelecer objectivos é um
instrumento básico de qualquer gestor. É por isso
que muita gente afirma que uma cultura de
objectivos e resultados é a base de uma gestão
eficaz, capaz de traduzir intenções em acções que
produzem os efeitos desejados. É também por isso
que se diz, sem grandes reservas, que o que
interessa é a ‘bottom line’, a última linha da
demonstração de resultados. Há mesmo quem diga que
tudo o resto é conversa. De facto, a última linha,
aquela onde aparece o valor do lucro ou do prejuízo
apurado, é muito importante porque reflecte o
desempenho do último período e a viabilidade
imediata de uma empresa. Mas será só isso que
importa? Ler o artigo completo...
Medir em vez de mentir
15/12/2006 19:06 Autor: João Vieira
da Cunha
A falta de transparência dos indicadores de
desempenho de uma empresa tem uma causa
fundamental: também são usados para a avaliação dos
colaboradores. Se os gestores utilizam a mesma
informação para perceber o que se passa na
organização e para decidir quanto pagar de bónus,
há fortes incentivos para que essa informação seja
deturpada. A justificação para manter esta prática,
apesar da desconfiança que cria na relação entre
gestores e colaboradores, é a objectividade.
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A persuasão do powerpoint
03/11/2006 20:51 Autor: Rui Grilo
Não me lembro de nenhum tema que tenha apaixonado
mais a espécie humana do que encontrar a ligação
entre causas e efeitos. Quando ignoramos as causas
de alguma coisa, o medo que essa coisa nos provoca
é ampliado de forma assustadora. Quando percebemos
as causas desse efeito, o medo atenua-se e ganhamos
uma sensação de controlo sobre o que está a
acontecer. Ao longo da história do Homem foi assim,
por exemplo, com o fogo, os relâmpagos e algumas
doenças. Da mesma forma, quando procuramos um
determinado efeito procuramos gerar causas que nos
deixem seguros de que atingiremos esse objectivo.
Ler o artigo
completo...
O ‘jeitinho’
20/10/2006 20:24 Autor: João Vieira
da Cunha
Há empresas grandes e burocráticas que conseguem
manter-se competitivas em sectores que estão em
mudança constante. São empresas como a Nokia que,
apesar de serem pesadas e mudarem lentamente,
continuam a ter um lugar no pódio da
competitividade. Como o conseguem? Ler o
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O que não se controla
06/10/2006 20:32 Autor: Rui Grilo
A vida em diferentes organizações, privadas ou
públicas, tem por vezes semelhanças
extraordinárias. Tenho ouvido nas últimas semanas
várias histórias, contadas por pessoas que
trabalham em diferentes empresas e organismos
públicos, que partilham um traço comum muito claro:
a ansiedade e a sensação de vazio que uma mudança
esperada provoca enquanto não se concretiza. O mais
curioso nas várias narrativas é que não é a mudança
em si que desperta essas emoções difíceis, mas sim
a perda de sentido que a espera provoca. E a
pergunta que surge é muito simples: “Se tudo vai
mudar, que faço eu aqui?” Ler o
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O Sistema Sombra
25/08/2006 21:29 Autor: João Vieira
da Cunha
A sua empresa tem um sistema de informação sombra.
Porque é que este sistema existe e que desafios
coloca aos seus gestores? Olhe bem à sua volta. O
sistema de informação formal é fácil de descobrir:
um computador em cada secretária com um ’software’
de gestão escolhido e implementado pela empresa. O
sistema sombra também está à vista: um caderno, uma
pilha de papéis e um conjunto de ‘post-its’
ironicamente colocados no ecrã do computador.
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O que não se mede
11/08/2006 20:29 Autor: Rui Grilo
Quando descobri o mundo fascinante da psicologia,
uma das ideias que me impressionou mais foi a noção
de que para nos defendermos da ansiedade que alguma
situação nos provoca acabamos por criar um problema
maior. A ansiedade não é mais do que a reacção à
ameaça de uma perda, que pode ser simplesmente o
medo de alguma coisa que nos possa fazer perder
auto-estima, dinheiro, estatuto, ou qualquer outra
coisa que prezemos. O que é irónico é que para nos
defendermos de um problema que receamos podemos
acabar por criar outros maiores. Ler o artigo
completo...
De que liderança precisamos?
28/04/2006 20:34 Autor: Rui Grilo
A liderança é um aspecto essencial da gestão.
Ninguém lidera uma organização sem gerir e é quase
impossível gerir sem alguma forma de liderança. Mas
liderar é geralmente associado a figuras com uma
aura quase mística, gestores carismáticos ou
visionários de sucesso. Mas será essa a liderança
que faz falta nas nossas empresas? Ler o artigo
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A herança do Sr. Taylor
03/03/2006 18:51 Autor: Rui Grilo
O mundo da gestão seria muito mais simples se tudo
corresse de acordo com o que é planeado, sem
surpresas nem imprevistos. Seria um mundo de regras
evidentes e instruções claras, perfeitamente
“científico”, no qual os gestores se poderiam
concentrar em pensar, deixando a outros
profissionais a execução segura das suas
orientações. Um mundo assim poderia realmente
existir? Ler o artigo completo...
A gestão como ela é
03/02/2006 20:22 Autor: Rui Grilo
A gestão está a tornar-se cada vez mais importante.
Toca-nos a todos, quando trabalhamos numa
organização, quando corremos o risco de ser
despedidos por causa de misteriosos indicadores
financeiros ou quando precisamos das empresas como
consumidores dos seus produtos e serviços. Apesar
de ser uma actividade tão próxima de cada um de
nós, quando procuramos textos sobre gestão de
empresas o mais normal é encontrarmos referências a
gestores conhecidos, como Jack Welch ou Bill Gates,
ou um jargão feito de siglas e conceitos abstractos
que estejam na moda... Porque é que isto acontece?
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