discutir a gestão

coluna de opinião no Diário Económico

colaboração

Choque de Gerações

Esta geração de “nativos digitais” já está nas nossas empresas e organizações, a tentar encaixar-se num jogo que lhe é estranho. Tal como a geração anterior ia beber um café ou buscar um copo de água para falar com os colegas, esta geração tentar actualizar o seu estado no Facebook ou no Hi5. Mas, em vez de o conseguir fazer com naturalidade, descobre que a administração de redes da sua empresa decidiu bloquear o acesso a esses sites, tal como ao YouTube e a muitos outros recursos que assim lhe ficam vedados. Com a desculpa da produtividade, do tráfego de dados e da largura de banda (como se esta não duplicasse a cada 12 meses), a decisão até parece aparentemente razoável. Mas será mesmo?Ler o artigo completo...
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Redes para quê?

As rede sociais ‘online’ já deixaram há algum tempo de ser brinquedos de ‘geeks’ para entrarem na vida de cada vez mais pessoas. Os adolescentes adoptaram o Hi5 para mostrarem a sua personalidade e partilhar fotos e música com os amigos, revelando personalidades virtuais muitas vezes desconhecidas para quem com eles vive. Os “profissionais” coleccionam ligações no LinkedIn para mostrarem o seu currículo, a sua reputação e os seus contactos, talvez à espera que um caça-talentos os recrute para uma função bem paga no Dubai. O Twitter e os ‘blogs’ servem para dizer (tanto a amigos como a desconhecidos) o que se vê, o que se pensa e o que se quer, enquanto muita gente aproveita a frase de estado do ‘messenger’ para partilhar o que está a ouvir, a fazer ou a sentir. Ler o artigo completo...
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Confiança, coesão e sucesso

Numa altura em que ainda se digere a derrota nas meias-finais frente à França, vale a pena mesmo assim reflectir sobre o que faz uma equipa de futebol, tal como uma empresa, ter sucesso ou falhar. E a equipa que Scolari construiu, mesmo sem ter chegado à final, dá-nos espaço para algumas analogias interessantes com o mundo empresarial. O mais curioso é que essas analogias dão mesmo vida aos aspectos centrais da nossa vida empresarial que o sociólogo Richard Sennett identifica no seu último livro (‘The Culture of the New Capitalism’, que traduzido à letra será qualquer coisa como ‘A cultura do novo capitalismo’, editado este ano pela Yale University Press e ainda sem publicação entre nós). Ler o artigo completo...
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