Rui Grilo
Não programem as pessoas
30/06/2009 09:08
Imagine que o seu telefone toca e que, do outro
lado da linha, uma pessoa lhe tenta vender alguma
coisa, a assinatura de uma revista, um canal pago
de televisão ou um seguro. Pelo tom de voz e pela
forma de falar do seu interlocutor, percebe que ele
está a ler. Pior, percebe que a conversa tem um
caminho pré-definido, um guião, no qual pouco
importa o que responde… Imagine agora que vai a um
restaurante de ‘fast-food’. Chega a sua vez e pede
uma cola sem gelo e um hamburger com queijo. Quem o
atende responde “e qual é a bebida?” Nos dois
casos, aquilo que o atingiu foi a febre dos
‘scripts’. Ler o artigo completo...
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As armadilhas da crise
14/04/2009 12:07
As dificuldades da conjuntura económica estão a
obrigar muitos gestores a tomar decisões difíceis.
Têm que encontrar oportunidades de negócio, avaliar
retornos e responder permanentemente a um mundo que
oscila de forma imprevisível e incontrolável... As
pressões do mercado, dos accionistas e dos bancos
obrigam quem tem responsabilidades de gestão a
tentar, em simultâneo, aumentar a produtividade e
promover a inovação. É preciso reduzir custos e
encontrar novas fontes de receitas. Mas, se os
objectivos são óbvios, a forma de os alcançar pode
esconder muitas armadilhas. Ler o
artigo completo...
Contrariar o "bom-senso"
11/03/2009 18:49
Quem não arrisca, limitando-se a repetir fórmulas
testadas, está condenado ao fracasso. Foi este o
aviso que Kjell Nordström deixou aos gestores numa
conferência recente em Lisboa. Professor na
Stockholm School of Economics e co-autor de livros
como “Funky Business” e “Karaoke Capitalism”,
Nordström é um provocador profissional, um feroz
crítico da “normalidade” que é capaz de expressar
com clareza uma ideia evidente: se todos tentam
repetir os mesmo casos de sucesso, a nossa economia
torna-se num ‘karaoke’ desafinado, onde as mesmas
ideias são repetidas até à exaustão como se não
fosse possível fazer outra coisa. Ler o
artigo completo...
Pequenos detalhes fundamentais
20/01/2009 18:27
Perceber o que conduz ao sucesso é fundamental.
Malcom Gladwell procurou fazer precisamente isso
com o seu livro “Outliers”, publicado no fim de
2008 e já com versão portuguesa. O que leva algumas
pessoas a erguer-se acima da multidão? Naturalmente
que o talento, a perseverança e o esforço pessoal
são fundamentais, mas esses méritos não chegam, ao
contrário do que as biografias oficiais nos querem
fazer crer. Gladwell mostra-nos como as
oportunidades, o contexto cultural e os acasos
desempenham também um papel fundamental. Se
percebermos alguns padrões ocultos do sucesso de
Bill Gates, dos Beatles ou de Oppenheimer, talvez
possamos remover barreiras que nos impedem de
triunfar. Ler o artigo completo...
Choque de Gerações
02/12/2008 18:23
Esta geração de “nativos digitais” já está nas
nossas empresas e organizações, a tentar
encaixar-se num jogo que lhe é estranho. Tal como a
geração anterior ia beber um café ou buscar um copo
de água para falar com os colegas, esta geração
tentar actualizar o seu estado no Facebook ou no
Hi5. Mas, em vez de o conseguir fazer com
naturalidade, descobre que a administração de redes
da sua empresa decidiu bloquear o acesso a esses
sites, tal como ao YouTube e a muitos outros
recursos que assim lhe ficam vedados. Com a
desculpa da produtividade, do tráfego de dados e da
largura de banda (como se esta não duplicasse a
cada 12 meses), a decisão até parece aparentemente
razoável. Mas será mesmo?Ler o artigo
completo...
Que podemos aprender com esta crise?
17/10/2008 19:46
Há várias semanas que a crise financeira ocupa as
primeiras páginas dos jornais e tem lugar cativo no
alinhamento da informação televisiva. Ninguém tem
hoje dúvidas do seu profundo impacto económico,
social e político. Mas há uma questão central que
tem passado ao lado da maior parte das análises:
que aprendemos nós realmente com esta crise?
Ler o artigo
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Redes para quê?
08/08/2008 19:01
As rede sociais ‘online’ já deixaram há algum tempo
de ser brinquedos de ‘geeks’ para entrarem na vida
de cada vez mais pessoas. Os adolescentes adoptaram
o Hi5 para mostrarem a sua personalidade e
partilhar fotos e música com os amigos, revelando
personalidades virtuais muitas vezes desconhecidas
para quem com eles vive. Os “profissionais”
coleccionam ligações no LinkedIn para mostrarem o
seu currículo, a sua reputação e os seus contactos,
talvez à espera que um caça-talentos os recrute
para uma função bem paga no Dubai. O Twitter e os
‘blogs’ servem para dizer (tanto a amigos como a
desconhecidos) o que se vê, o que se pensa e o que
se quer, enquanto muita gente aproveita a frase de
estado do ‘messenger’ para partilhar o que está a
ouvir, a fazer ou a sentir. Ler o artigo
completo...
Aprender mais com os maiores erros
30/06/2008 19:43
Durante a nossa vida procuramos avidamente razões,
motivos e causas. Essa busca instintiva ajuda-nos a
perceber o mundo que nos rodeia, mas convence-nos
que é através de causas simples que produzimos
resultados e leva-nos a pensar erradamente que a
sociedade em que vivemos resultou de intenções
precisas e de planos bem detalhados. É raro ouvir
contar uma história de sucesso como uma sequência
feliz de acasos bem aproveitados. Em vez disso, o
sucesso é atribuído à visão e à determinação,
mascarando a complexidade do que realmente
aconteceu com a linearidade de uma história contada
em tom heróico. Ler o
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As crises de liderança
02/05/2008 19:36
As instituições e as grandes empresas costumavam
ser um lugar seguro face às ameaças da incerteza,
uma garantia de continuidade num mundo volátil. A
liderança dessas organizações tinha normalmente
ciclos longos, de vários anos ou mesmo décadas, um
resultado da estabilidade dos equilíbrios de poder
internos. A cara de uma pessoa tornava-se
indissociável do papel que desempenhava à frente de
um banco, um partido, uma central sindical ou uma
associação empresarial. As lealdades eram o
resultado firme de um relacionamento sem fim à
vista, por isso as deslealdades pagavam-se caro. As
rupturas e os encontros tinham o dramatismo de algo
definitivo, sem retorno. Os grupos informais dentro
das organizações tinham tempo para se organizar,
baseados na confiança entre pessoas que fazem a
mesma opção de vida. Por isso, mesmo que tudo
mudasse, algo permanecia. Ler o artigo
completo...
Não diga, faça!
22/02/2008 19:21
A linha que separa o discurso empresarial
politicamente correcto da mais pura hipocrisia é
por vezes muito ténue. Nenhum líder de uma
organização assume que não quer colaboradores com
mais do que uma determinada idade a trabalhar
consigo, mas é fácil coleccionar nomes de
organizações nas quais quem tem 50, 45 ou até pouco
mais de 40 anos é "delicadamente" considerado velho
demais e conduzido até à porta das mais variadas
formas... E assim se desperdiça capital humano de
grande valor. Nenhum gestor é apanhado em público a
protestar pela duração da licença de maternidade
das suas colaboradoras que são mães, mas todos
conhecemos casos de mulheres cuja carreira foi
afectada pela maternidade. Numa altura em que a
baixa natalidade é um problema nacional e europeu,
o problema das penalizações encobertas da
maternidade é tão grande, atingindo operárias,
técnicas e mesmo gestoras, que até já motivou
iniciativas no nosso parlamento. Ler o
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As tecnologias do poder
11/01/2008 20:38
Quando falamos de poder, as imagens mentais que nos
ocorrem referem-se, frequentemente, a situações de
domínio, nas quais uma parte sujeita a outra à sua
vontade. "Ter poder" é entendido como sinónimo de
ser capaz de controlar. Mas quando se diz "ter
poder" estamos a entender o poder como se fosse uma
coisa, algo cuja posse se pudesse deter e assim
usar. Será esse o caso? A noção convencional de
"poder" confunde-se demasiado com autoridade e
liderança, e é difícil retirar-lhe o peso das
associações aparentemente óbvias a hierarquia,
estatuto e controlo. Mas o poder é mais do que isso
e pode até ser muito útil entendê-lo de forma
radicalmente diferente. Ler o artigo
completo...
Quanto vale a confiança?
16/11/2007 20:26
A capacidade de auto-organização da espécie humana
que tornou possível a sociedade de bem-estar em que
vivemos é ainda uma maravilha misteriosa que
custamos a compreender. Mas sabemos, pelo menos,
que a capacidade de cooperação entre seres humanos
é um elemento fundamental do processo que produziu
esta rede social na qual todos dependemos, de uma
forma ou de outra, uns dos outros. Mas esta rede é
frágil e, para que a cooperação aconteça, é preciso
confiança entre as partes. É isso mesmo que Francis
Fukuyama ilustra nos seus livros "Confiança" e “A
Grande Ruptura”, onde demonstra como o declínio da
confiança põe em causa as bases da riqueza e do
conforto de que gozamos hoje. Ler o
artigo completo...
Basta ouvir...
21/09/2007 14:00
Há pouco tempo, um amigo meu contou-me como tinha
desperdiçado quase um dia de trabalho a fazer uma
coisa que sabia ser inútil por não ter conseguido
que o chefe dele o ouvisse. “Quando ele acaba a
conversa já não há mais argumentos”... Esse
episódio, pouco importante em si, fez-me pensar no
tempo e no dinheiro que é desperdiçado todos os
dias em organizações devido à má gestão das emoções
associadas ao poder. Não se trata sequer de fazer
uma avaliação moral ou ética dos ataques de fúria
de tantos “chefes” espalhados pelo mundo, trata-se
de perceber a origem e o impacto da sua
agressividade mal contida no trabalho das pessoas
que os rodeiam. Ler o artigo
completo...
Quando tudo se quer medir
27/07/2007 14:30
A gestão é muitas vezes confundida com a simples
monitorização de números. Parece fácil de entender
como isso acontece. Como têm que apresentar
resultados quantitativos, os gestores procuram
medir e avaliar, também de forma quantitativa, as
acções da sua equipa que podem influenciar esses
resultados. Como a evolução tecnológica torna cada
vez mais fácil fazer essas medições, traduzindo
acções em números, os gestores têm instrumentos
cada vez mais sofisticados para gerir. Os sistemas
de apoio à gestão oferecem hoje complexos
‘dashboards’ e ‘scorecards’ que prometem melhores
resultados e decisões acertadas. Mas será isso que
acontece de facto? Ler o
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Cegos visionários
29/06/2007 14:31
É cada vez mais evidente que a tecnologia está a
mudar a nossa vida em aspectos essenciais da nossa
cultura. O acesso à informação é a área onde essa
evolução se faz sentir de forma mais profunda e
mais rápida. A Internet dá-nos uma liberdade sem
precedentes para encontrarmos ou mesmo para
publicarmos qualquer conteúdo sobre qualquer tema.
É a isso que se passou a chamar 'web 2.0', um nome
estranho que expressa apenas a simplicidade com que
hoje qualquer pessoa pode publicar as suas ideias,
os seus vídeos ou as suas fotos, dando expressão às
suas opiniões e influenciando redes de pessoas
perfeitamente reais. Mas como é esta nova
possibilidade de qualquer um poder comunicar para
todo o mundo está a alterar o nosso dia-a-dia, a
nossa economia e a nossa cultura? Ler o artigo
completo...
“Impecável, sôtor!”
04/05/2007 14:34
O maior receio de qualquer gestor é falhar, ser
confrontado com o insucesso das suas ideias e
intenções. É para evitar falhar que todos nos
esforçamos por fazer mais, motivar com mais
eficácia, dirigir melhor. Mesmo assim, nada é mais
comum do que falhar. O falhanço faz parte do nosso
dia-a-dia, seja sob a forma de negócios que se
perdem, empresas que desaparecem, áreas de negócio
que são extintas, gestores que são substituídos ou
trabalhadores que são despedidos. Como pode tanta
coisa falhar quando tanta gente competente se
esforça por evitar isso? Ler o
artigo completo...
O choque tecnológico
09/02/2007 20:55
No último ano e meio foram publicados dois livros
que deixaram marcas profundas porque identificaram
novas formas como a tecnologia está a mudar os
hábitos de um número cada vez maior de pessoas.
Estou da falar de ‘The Search’, de John Battelle,
publicado entre nós pela Casa das Letras, e de The
Long Tail’, a obra do editor da Wired, Chris
Anderson, ainda sem edição portuguesa que eu
conheça. Nenhum desses livros se deixa condensar
numa frase nem num parágrafo, mas exploram duas
faces do mesmo fenómeno: a forma como chegamos à
informação que queremos está a mudar. Ler o artigo
completo...
Depois da ‘última linha’
12/01/2007 20:59
Exigir resultados é um direito natural de qualquer
accionista e estabelecer objectivos é um
instrumento básico de qualquer gestor. É por isso
que muita gente afirma que uma cultura de
objectivos e resultados é a base de uma gestão
eficaz, capaz de traduzir intenções em acções que
produzem os efeitos desejados. É também por isso
que se diz, sem grandes reservas, que o que
interessa é a ‘bottom line’, a última linha da
demonstração de resultados. Há mesmo quem diga que
tudo o resto é conversa. De facto, a última linha,
aquela onde aparece o valor do lucro ou do prejuízo
apurado, é muito importante porque reflecte o
desempenho do último período e a viabilidade
imediata de uma empresa. Mas será só isso que
importa? Ler o artigo completo...
Os melhores líderes
29/12/2006 20:18
As nossas escolhas são, quase sempre, mais
reveladoras do que poderíamos imaginar. E não pode
haver escolhas mais simbólicas do que as polémicas
votações para encontrar o melhor e o pior português
de sempre. Enquanto se espera a divulgação da lista
dos 100 melhores portugueses e dos 10 finalistas
para a votação final, podemos surpreender-nos com a
votação ‘online’ para as duas categorias do pior
português de sempre e pensar no que estas escolhas
revelam sobre um inconsciente que, se não é
colectivo, é pelo menos partilhado por muita gente.
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A persuasão do powerpoint
03/11/2006 20:51
Não me lembro de nenhum tema que tenha apaixonado
mais a espécie humana do que encontrar a ligação
entre causas e efeitos. Quando ignoramos as causas
de alguma coisa, o medo que essa coisa nos provoca
é ampliado de forma assustadora. Quando percebemos
as causas desse efeito, o medo atenua-se e ganhamos
uma sensação de controlo sobre o que está a
acontecer. Ao longo da história do Homem foi assim,
por exemplo, com o fogo, os relâmpagos e algumas
doenças. Da mesma forma, quando procuramos um
determinado efeito procuramos gerar causas que nos
deixem seguros de que atingiremos esse objectivo.
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O que não se controla
06/10/2006 20:32
A vida em diferentes organizações, privadas ou
públicas, tem por vezes semelhanças
extraordinárias. Tenho ouvido nas últimas semanas
várias histórias, contadas por pessoas que
trabalham em diferentes empresas e organismos
públicos, que partilham um traço comum muito claro:
a ansiedade e a sensação de vazio que uma mudança
esperada provoca enquanto não se concretiza. O mais
curioso nas várias narrativas é que não é a mudança
em si que desperta essas emoções difíceis, mas sim
a perda de sentido que a espera provoca. E a
pergunta que surge é muito simples: “Se tudo vai
mudar, que faço eu aqui?” Ler o
artigo completo...
O que não se mede
11/08/2006 20:29
Quando descobri o mundo fascinante da psicologia,
uma das ideias que me impressionou mais foi a noção
de que para nos defendermos da ansiedade que alguma
situação nos provoca acabamos por criar um problema
maior. A ansiedade não é mais do que a reacção à
ameaça de uma perda, que pode ser simplesmente o
medo de alguma coisa que nos possa fazer perder
auto-estima, dinheiro, estatuto, ou qualquer outra
coisa que prezemos. O que é irónico é que para nos
defendermos de um problema que receamos podemos
acabar por criar outros maiores. Ler o artigo
completo...
Confiança, coesão e sucesso
07/07/2006 20:39
Numa altura em que ainda se digere a derrota nas
meias-finais frente à França, vale a pena mesmo
assim reflectir sobre o que faz uma equipa de
futebol, tal como uma empresa, ter sucesso ou
falhar. E a equipa que Scolari construiu, mesmo sem
ter chegado à final, dá-nos espaço para algumas
analogias interessantes com o mundo empresarial. O
mais curioso é que essas analogias dão mesmo vida
aos aspectos centrais da nossa vida empresarial que
o sociólogo Richard Sennett identifica no seu
último livro (‘The Culture of the New Capitalism’,
que traduzido à letra será qualquer coisa como ‘A
cultura do novo capitalismo’, editado este ano pela
Yale University Press e ainda sem publicação entre
nós). Ler o artigo completo...
O paradoxo dos “colaboradores ideais”
26/05/2006 21:01
A propósito de um dos últimos artigos deste painel,
uma leitora enviou-me o endereço de um dos seus
blogs preferidos. Segundo ela, estava muito perto
da forma como se discutia nesse artigo a liderança
das nossas empresas. Fiquei curioso e segui
imediatamente o link… Foi assim que descobri o
Creating Passionate Users, um excelente blog
escrito a oito mãos em http://headrush.typepad.com/.
Ler o artigo
completo...
De que liderança precisamos?
28/04/2006 20:34
A liderança é um aspecto essencial da gestão.
Ninguém lidera uma organização sem gerir e é quase
impossível gerir sem alguma forma de liderança. Mas
liderar é geralmente associado a figuras com uma
aura quase mística, gestores carismáticos ou
visionários de sucesso. Mas será essa a liderança
que faz falta nas nossas empresas? Ler o artigo
completo...
Os enigmas da cultura
31/03/2006 21:27
A gestão apropriou-se do termo cultura para
designar o que o dá identidade a uma organização.
Assim, é na cultura de uma empresa que muitas vezes
se procuram explicações para as suas dificuldades
ou para o seu sucesso. Peters e Waterman
contribuíram fortemente para isso quando, no início
dos anos 80, publicaram o seu livro “Na Senda da
Excelência”. Procurando contrariar a rigidez de
gestão dominante na altura, atribuíram o sucesso
das empresas “excelentes” à sua cultura mais ágil e
humanizada e aos valores partilhados pelos seus
colaboradores. A verdade é que, apenas cinco anos
depois, dois terços das 43 empresas "excelentes"
encontradas por Tom Peters e Robert Waterman
estavam em crise. Ler o artigo
completo...
A herança do Sr. Taylor
03/03/2006 18:51
O mundo da gestão seria muito mais simples se tudo
corresse de acordo com o que é planeado, sem
surpresas nem imprevistos. Seria um mundo de regras
evidentes e instruções claras, perfeitamente
“científico”, no qual os gestores se poderiam
concentrar em pensar, deixando a outros
profissionais a execução segura das suas
orientações. Um mundo assim poderia realmente
existir? Ler o artigo completo...
A gestão como ela é
03/02/2006 20:22
A gestão está a tornar-se cada vez mais importante.
Toca-nos a todos, quando trabalhamos numa
organização, quando corremos o risco de ser
despedidos por causa de misteriosos indicadores
financeiros ou quando precisamos das empresas como
consumidores dos seus produtos e serviços. Apesar
de ser uma actividade tão próxima de cada um de
nós, quando procuramos textos sobre gestão de
empresas o mais normal é encontrarmos referências a
gestores conhecidos, como Jack Welch ou Bill Gates,
ou um jargão feito de siglas e conceitos abstractos
que estejam na moda... Porque é que isto acontece?
Ler o artigo completo...