João Vieira da Cunha
Elogio da pobreza
21/07/2009 12:31
Uma pesquisa na Internet mostra que a palavra
“empreendorismo” aparece muitas vezes associada à
palavra “apoios”. No ‘site' empreendorismo.pt
aparecem 25 programas, iniciativas e financiamentos
para aqueles que pretendem criar a sua empresa.
Estes apoios são um desperdício. Se o objectivo é
ajudar as pessoas a criar o seu próprio emprego não
é preciso ir além do micro-crédito. Se o objectivo
é potenciar a inovação, os apoios são
desnecessários. Ler o artigo
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Não vendemos tabaco!
23/06/2009 12:08
No fim do percurso entre minha casa e a Nova há uma
papelaria. Há uma semana atrás, vi que o
proprietário tinha afixado um aviso na entrada que
dizia ‘não vendemos tabaco’. A explicação era
simples, o senhor não tinha paciência para
esclarecer os clientes que lhe entravam todos os
dias na loja para comprar cigarros - um produto que
não queria vender porque via o seu negócio apenas
como uma papelaria. Este caso mostra qual é
realmente o problema da competitividade de pequenas
empresas como esta e de grandes empresas como a
General Motors: todas elas dependem de uma grande
tolerância no mercado para sobreviverem, mas os
seus clientes oferecem-lhes cada vez menos margem
de manobra. Ler o artigo completo...
O preço do sucesso
19/05/2009 14:58
Ser gestor é como ser adulto: é um estado que
parece só ter benefícios até o atingir. Depois de
lá chegar, são mais cardos do que rosas. Os
primeiros anos são sempre os mais difíceis. Depois
de passar de empregado a chefe, o jovem aspirante a
neófito de aprendiz de gestor está ainda
suficientemente perto de quem trabalha para saber
que muitas dos objectivos e regras impostos por
quem lidera são irreais e até perigosos. No entanto
têm que os apresentar aos seus colaboradores como
se fossem o resultado de um conhecimento profundo
da empresa e do mercado e não da aplicação
irreflectida de opiniões, palpites e, pior ainda,
dos prodigiosos ensinamentos dos gurus da gestão.
Os supervisores dos call centers de atendimento ao
cliente, por exemplo, têm que explicar aos
operadores que faz todo o sentido medir o seu
desempenho com base na velocidade com que desligam
o telefone ao cliente. Ler o artigo
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Os efeitos económicos do krypton
21/04/2009 12:42
Para os economistas as pessoas são racionais: o seu
comportamento é determinado pelos incentivos de que
pode beneficiar. Infelizmente para a maioria das
empresas, é difícil encontrar homens (ou mulheres)
racionais. Esta carência é espantosa tendo em conta
que a popularidade dos cursos de gestão tem feito
com que a uma fatia apreciável da população activa
seja licenciada (ou quase) nesta área. Até parece
que um dos gases raros que compõem a atmosfera
contamina a mente humana apagando este princípio de
comportamento que, de acordo com os economistas,
todos deveríamos seguir. Eu pessoalmente voto no
krypton. Eu sei que é só 0.00033% do ar que
respiramos, mas se a Kryptonite faz mal ao Super
Homem, um gás com nome parecido deve ter o mesmo
efeito no Homem Racional. A minha teoria é que as
paredes das faculdades de economia são revestidas
por um material que protege quem lá estuda. Logo
que se abandona o seu efeito protector, adeus
racionalidade económica. Claro que há uma
explicação alternativa: os pressupostos da economia
são uma ficção que nada tem a ver com a realidade —
mas esta hipótese é obviamente absurda.
Ler o artigo completo...
Blogs e Twitter
24/03/2009 16:05
Há hoje uma variedade enorme de meios de
comunicação ‘online'. Os ‘blogs' e mais
recentemente o Twitter tornam a relação entre as
empresas e o exterior mais directa. É por isso
mesmo que os gestores têm que evitar a todo o custo
que os seus colaboradores utilizem estas
tecnologias e castigar severamente os que já o
façam. Senão correm o perigo de tornar o que se
passa no seu escritório do conhecimento público e,
terror dos terrores, diminuir o profundo défice
democrático que existe nestes locais. Ler o
artigo completo...
A verdadeira guerra pelo talento
03/02/2009 18:49
Há muitos anos, antes de existirem gurus da Gestão,
apareceu um livro chamado o Princípio de Peter.
Nesse livro, demonstrava que as pessoas tendem a
ser promovidas para o seu posto de incompetência. O
argumento é simples: quando uma pessoa desempenha
as suas funções com sucesso é provável que seja
promovida para o degrau hierárquico seguinte. Só
quando deixar de ter bons resultados
(encontrando-se assim no seu nível de
incompetência) é que deixará de ser promovida. Para
os autores do livro, a consequência mais importante
deste processo é que os lugares de chefia estão, na
sua maioria, ocupados por pessoas sem capacidade
para os exercer. Para mim há um resultado ainda
mais preocupante: as pessoas competentes passam
muito pouco tempo na linha da frente das empresas,
em que estas contactam com o mercado. Depois de
dois ou três degraus na escada em direcção ao topo,
os gestores perdem a capacidade de fazer estragos.
Quem pode comprometer o sucesso comercial da
empresa são as pessoas que interagem todos os dias
com os clientes. Ler o artigo
completo...
Natal com os copos
30/12/2008 18:51
Este é o mês dos jantares de Natal das empresas.
Nestas alegres festas de harmonia e
confraternização, os gestores mais eficazes trocam
os incentivos, a visão e o ‘coaching’ pelo vodka,
pelo whisky e pela cerveja na sua caixa de
ferramentas de liderança de equipas. Estas e outras
bebidas alcoólicas podem resolver os conflitos
internos, solidificam o laços entre os seus membros
e asseguram os níveis de energia necessários para
ultrapassar novos desafios. Ler o artigo
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O fim dos crimes de colarinho branco
14/11/2008 18:23
A melhor solução para os problemas éticos que têm
assolado a economia global e os mercados
financeiros que a sustentam é ensinar os lideres a
esconder melhor as suas pequenas traquinices.
A verdade é que as empresas e a sua cotação na bolsa não sofrem com as malandrices cometidas por quem as comanda. Em muitos casos até beneficiam das travessuras feitas para proveito próprio ou em nome do sucesso, em mercados cada vez mais competitivos. O que de facto destrói valor e prejudica o bom funcionamento das instituições do capitalismo é a teimosia dos jornalistas e dos investigadores que têm trazido estes casos a público. Ler o artigo completo...
A verdade é que as empresas e a sua cotação na bolsa não sofrem com as malandrices cometidas por quem as comanda. Em muitos casos até beneficiam das travessuras feitas para proveito próprio ou em nome do sucesso, em mercados cada vez mais competitivos. O que de facto destrói valor e prejudica o bom funcionamento das instituições do capitalismo é a teimosia dos jornalistas e dos investigadores que têm trazido estes casos a público. Ler o artigo completo...
Caracas Fútbol Club
26/09/2008 19:24
Todo o aspirante a líder devia ser sócio do Caracas
Fútbol Club. Há poucos anos atrás, uma das revistas
nacionais de gestão publicou um artigo sobre os
gestores de topo das maiores empresas a operar em
Portugal. No fim havia um quadro resumo em que,
entre outras coisas, os entrevistados revelam as
suas leituras habituais. Havia muitos adeptos da
Harvard Business Review, mas o lider da subidiária
de uma multinacional de sistemas de informação
confessou que lia a Bola. Outro dia, um antigo
colega que é vendedor de produtos de grande consumo
contou-me que o chefe o incentivou a “perceber de
futebol” se queria melhorar a sua relação com os
clientes e com as pessoas que podiam de facto fazer
algo pela sua ascenção profissional. Ler o artigo
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Ética e estratégia
22/08/2008 19:55
A ética está na moda. Casos como a Enron, o Barings
e mais recentemente a Société Générale trouxeram
este tema para o topo das preocupações dos
accionistas. E com razão.
As empresas que, como estas, viram as suas “pequenas malandrices” nas primeiras páginas dos jornais sofrerarm fortes quedas na sua cotação bolsista. Os “fundos éticos”, que incluem critérios de sustentabilidade na escolha do seu ‘portfolio’, não são motivados por uma missão moralizadora dos mercados financeiros – querem é assegurar-se que não têm uma destas bombas-relógio em carteira. Ler o artigo completo...
As empresas que, como estas, viram as suas “pequenas malandrices” nas primeiras páginas dos jornais sofrerarm fortes quedas na sua cotação bolsista. Os “fundos éticos”, que incluem critérios de sustentabilidade na escolha do seu ‘portfolio’, não são motivados por uma missão moralizadora dos mercados financeiros – querem é assegurar-se que não têm uma destas bombas-relógio em carteira. Ler o artigo completo...
O monarca
14/07/2008 19:26
Poucos acreditam que as empresas são meritocracias
ou democracias. Mas se não são nem uma coisa nem
outra, então o que são?
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
Terror ao pequeno almoço
30/05/2008 11:42
O director da unidade de vendas onde fiz a minha
investigação de doutoramento tomava o
pequeno-almoço com os chefes das suas oito equipas
de vendas todas as quartas-feiras de manhã. O
terror que cada um deles transpirava quando se
sentava à frente de dois croissants, um pacotinho
de manteiga e uma chávena de café era contagiante.
Na primeira vez que fui a uma destas reuniões, vi
que as mãos de vários deles tremiam – parecia que a
delicada faca de cortar croissants era um martelo
penumático ligado à corrente. A energia que a
alimentava vinha de dentro, do medo do
interrogatório que estava para vir. Ler o artigo
completo...
Alternativas ao Homo Economicus
11/04/2008 19:33
Há um conjunto de trabalhadores em cada empresa que
correspondem às expectativas dos economistas. São
os homo economicus ou busca-bónus: indivíduos que
ajustam o seu comportamento de forma a maximizar o
bónus que resulta do atingimento dos objectivos que
lhes são propostos. A carreira não é a sua
preocupação principal e muitos recusam promoções
porque sabem que a sua competência para atingir
resultados através do seu próprio esforço pode não
se reflectir nas capacidade de os atingir através
dos outros. A sua progressão segue uma lógica
meramente material. Preocupam-se não com o seu
desenvolvimento ou com o nível de desafio das suas
tarefas mas sim com as mudanças no valor do seu
bónus e no esforço necessário para o atingir. Esta
orientação para os resultados pode levar a práticas
abusivas de vendas, pequenas e grandes fraudes e
outros comportamentos não éticos. Pior – a sua
motivação para cumprir objectivos não transborda
para as outras áreas da sua relação com a
organização. Não partilham conhecimento, não estão
interessados aprender com os outros nem contribuem
de forma formal ou informal para a sustentabilidade
estratégica da empresa. Estão lá apenas para
cumprir o que lhes é pedido e ganhar os prémios daí
resultantes. Ler o artigo completo...
Fobias e estratégia
08/02/2008 19:52
Há momentos na história dos mercados em que os
gestores são vítimas de fobias histéricas. Estes
episódios tornam oportunidades de reforçar a
posição competitiva da empresa em ameaças à sua
sobrevivência.
O terror que assola os líderes da indústria de conteúdos é talvez o exemplo mais trágico deste fenómeno na história económica recente. Os directores das editoras de livros, das empresas discográficas e dos estúdios de cinema têm pesadelos recorrentes com a Internet. Para eles o espaço virtual é como que uma grande ‘feira da ladra dos pequeninos’ onde crianças e jovens se entretêm a roubar fatias cada vez maiores da apetitosa facturação de cada uma destas indústrias. Ler o artigo completo...
O terror que assola os líderes da indústria de conteúdos é talvez o exemplo mais trágico deste fenómeno na história económica recente. Os directores das editoras de livros, das empresas discográficas e dos estúdios de cinema têm pesadelos recorrentes com a Internet. Para eles o espaço virtual é como que uma grande ‘feira da ladra dos pequeninos’ onde crianças e jovens se entretêm a roubar fatias cada vez maiores da apetitosa facturação de cada uma destas indústrias. Ler o artigo completo...
Elogio à cegueira
28/12/2007 19:39
Há poucas modas de gestão mais perigosas do que a
visão. Uma empresa que tenha uma daquelas que é
mesmo para usar no dia a dia, e não apenas para
estar pendurada na parede para satisfazer clientes
e fazer as delícias dos académicos, é uma empresa
condenada a problemas estratégicos e éticos.
Ler o artigo completo...
Equipas? Não, obrigado!
02/11/2007 19:04
As equipas estão na moda. Os livrinhos de gestão
que se encontram nas tabacarias dos aeroportos não
se cansam de elogiar as vantagens de atribuir
tarefas a um grupo, em vez de as entregar a um só
colaborador. Muitos manuais de recursos humanos têm
um capítulo inteiro apenas dedicado a este assunto.
Mais surpreendente ainda, um estudo recente sobre
os códigos éticos aponta para que 43% das empresas
inclua o trabalho em equipa como um princípio
orientador. Ler o artigo completo...
O trabalho invisível dos vendedores
07/09/2007 21:26
Há políticas de remuneração que são erros óbvios.
Por exemplo, como seria avaliado o líder de uma
empresa de estudos de mercado que premiasse os seus
colaboradores com base nos resultados dos
inquéritos aos consumidores? Certamente de forma
muito negativa. É pouco inteligente pagar a uma
equipa que está a descobrir qual é o sabonete
preferido dos Portugueses pelo número de pessoas
que respondem Sabonete Silva. É fácil prever o
resultado desta avaliação do sector da higiene
pessoal: o Sabonete Silva seria a escolha da
esmagadora maioria dos inquiridos. Ler o
artigo completo...
Empresas e Coelhinhos
13/07/2007 21:35
Um dos primeiros livros de gestão que li foi o
'Liberation Management' do Tom Peters. Uma parte do
livro deixou-me perturbado – um capítulo inteiro
que defendia que os gestores são irrelevantes. O
autor citava vários estudos que provavam que a
estratégia de qualquer empresa era definida no
momento da sua criação e que qualquer esforço para
a mudar significativamente mais tarde era
infrutífero. Os outros livros que li pareciam
ignorar esta investigação, mas isso não foi
suficiente para me fazer esquecer o assunto.
Ler o artigo
completo...
Actos de Deus
01/06/2007 19:09
Quando estava nos EUA decidi comprar uma televisão.
Li no manual que “a garantia não cobre actos de
Deus, como a trovoada e a chuva.” Este aviso revela
a teoria do clima que tinha o fabricante da minha
televisão: os fenómenos meteorológicos são actos
divinos. Há uma explicação que, apesar de parecer
pateta para o autor deste manual, não é menos
válida: a chuva resulta de processos físicos que
ocorrem na atmosfera da Terra. A diferença entre a
minha teoria da chuva e a do fabricante da minha
televisão tem consequências. Se eu quiser saber que
tempo vai estar amanhã tenho que interpretar os
níveis de pressão atmosférica e a velocidade do
vento. O fabricante da minha televisão têm que ir
ao oráculo. Ler o artigo completo...
O Português na redoma de vidro
23/03/2007 21:37
A cultura portuguesa é apontada como uma das razões
para a falta de competitividade do nosso país. Se
assim for, a melhor estratégia para melhorar a
nossa economia é enviar cidadãos nacionais para os
países que concorrem directamente com o nosso e
importar profissionais de locais com uma cultura
mais eficaz. Se os valores e hábitos que nos
caracterizam enquanto portugueses, em certas
condições pode dar resposta a qualquer desafio
competitivo, então estamos perante a necessidade de
ajustar processos de gestão e liderança.
Ler o artigo completo...
Chá, suor e lágrimas
09/03/2007 21:24
Trabalhar é apenas uma das muitas coisas que as
pessoas fazem nas empresas. Também tomam chá e
café, navegam na internet e desabafam as suas
pequenas tragédias. Às vezes também choram. Os
gestores têm tentado aumentar a produtividade
minimizando o tempo desperdiçado com essas
distracções. Mas será que estas actividades têm um
impacto negativo no desempenho? Ler o artigo
completo...
Os líderes a prazo e o bacalhau
26/01/2007 20:41
Muitas empresas, como a SONAE ou a GE têm relações
estáveis com os seus gestores de topo. No entanto
há outras, como a Galp e a HP, em que estes líderes
vêm com prazo de validade. Quando chegam, já têm
uma data de partida anunciada. A sua carreira
depende da capacidade de terem um impacto
significativo e muito visível durante a sua
estadia. Há que provar que a mudança é para melhor
e por isso rapidamente aparecem várias iniciativas
para responder aos novos desafios de mercado. Mas
muitas vezes estes novos projectos demoram a ser
implementados e quando finalmente chegam ao fim, os
resultados ficam muito aquém das expectativas.
Ler o artigo completo...
Medir em vez de mentir
15/12/2006 19:06
A falta de transparência dos indicadores de
desempenho de uma empresa tem uma causa
fundamental: também são usados para a avaliação dos
colaboradores. Se os gestores utilizam a mesma
informação para perceber o que se passa na
organização e para decidir quanto pagar de bónus,
há fortes incentivos para que essa informação seja
deturpada. A justificação para manter esta prática,
apesar da desconfiança que cria na relação entre
gestores e colaboradores, é a objectividade.
Ler o artigo completo...
O ‘jeitinho’
20/10/2006 20:24
Há empresas grandes e burocráticas que conseguem
manter-se competitivas em sectores que estão em
mudança constante. São empresas como a Nokia que,
apesar de serem pesadas e mudarem lentamente,
continuam a ter um lugar no pódio da
competitividade. Como o conseguem? Ler o
artigo completo...
Negociação não, persuasão
22/09/2006 20:49
A negociação é vista como uma competência central
dos gestores. No entanto, nas organizações, a
persuasão é tão ou mais importante do que a
negociação. Por duas razões: Primeiro, os processos
formais de persuasão são cada vez mais frequentes
nas empresas. Segundo, o sucesso numa negociação
depende muitas vezes de um processo informal de
persuasão. Ler o artigo completo...
O Sistema Sombra
25/08/2006 21:29
A sua empresa tem um sistema de informação sombra.
Porque é que este sistema existe e que desafios
coloca aos seus gestores? Olhe bem à sua volta. O
sistema de informação formal é fácil de descobrir:
um computador em cada secretária com um ’software’
de gestão escolhido e implementado pela empresa. O
sistema sombra também está à vista: um caderno, uma
pilha de papéis e um conjunto de ‘post-its’
ironicamente colocados no ecrã do computador.
Ler o artigo completo...
Montra e janela
09/06/2006 20:36
Hoje quero provocar os leitores com o seguinte
argumento: os sistemas de informação (SIs) não são
uma janela, são uma montra. Esta provocação não é
um exercício de imaginação académica, é o resultado
de 15 meses de investigação numa multinacional que
é apresentada como um exemplo de sucesso na
implementação de SIs estratégicos. Ler o artigo
completo...